Intensa proliferação nos centros urbanos, vetor de doenças e ausência de predadores são 3 características que fazem com que esses animais sejam uma praga.
A grande oferta de alimentos e a facilidade de se abrigarem faz com que os pombos se multipliquem rapidamente nos prédios e a preferência deles pela área entre o telhado e a laje para fazer seus ninhos ocasiona grande sujeira a até danos às tubulações.
Além da sujeira e das doenças, uma infestação também pode causar a desvalorização do imóvel, razão pela qual administradora e síndico devem agir de maneira preventiva e corretiva. O que muitas pessoas não sabem é que, apesar do grande número de doenças transmitidas não é permitido matar estas aves. Entretanto, por ser considerada uma espécie nociva, é autorizado o controle e manejo ambiental dos pombos por empresas especializadas, devidamente habilitadas perante o Órgão Ambiental competente, desde que observadas as legislações vigentes nos âmbitos federal, estadual e municipal.
Dentre as medidas utilizadas para eliminar ou afugentar estas aves estão: uso de estruturas que impeçam o abrigo, formação de ninho ou que desestabilizem o pouso; estímulos acústicos; emprego de aves de rapina; uso de refletores luminosos e objetos esvoaçantes; armadilhas de captura.
Em geral, os pombos procuram prédios que têm jardineiras, sacadas e uma das formas de afugentá-los é a utilização de um gel repelente que não provoca a morte, mas dificulta o pouso, grudando nas patas e penas. Com isso, o pombo não volta mais ao local. A eliminação da espécie só é permitida após esgotados todos os outros meios de controle e manejo previstos em lei, ou seja, não podem simplesmente ser eliminados como cupins ou ratos.
Aquele que eliminar diretamente as aves, sem autorização ou por uso de meio ilegal, se sujeitará às penalidades previstas na Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998, sem prejuízos de outras penalidades civis e criminais.
A responsabilidade pelo controle de pombos nos condomínios é compartilhada, cabe à administradora e ao síndico atuarem a fim de impedirem a proliferação das aves.
Fonte: AHO



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